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Ameças e proteções…

Lembre-se das coisas rápidas demais.

De quem não te dá ouvidos por não ouvir a sua voz.

Dos dias sombrios, dos lindos dias ensolarados.

Das bocas no metal que ele tanto alertou.

Eu também tenho anjos te esperando no saguão.

Que de uma forma, ou de outra, não podem deixar de cumprimentar os seres do submundo.

Alguma coisa para você acreditar.

Alguma coisa para achar que o mundo reserva algo para você.

Escute o click da submissão alheia.

Ele inaugura clicks de você para si mesmo.

Eu tenho a arte no sangue.

Enquanto a chuva te chicoteia.

E tenho a realidade acima da pele.

Bocas sujas de batom sujando meu estômago.

Se Deus morasse em blogs.

As letras representariam livros.

E ninguém daria importância para nada escrito.

Beije-me se eu puder.

Deixe-me se eu permitir.

Essa é a evolução.

O desprezo, o conhecimento e a dor de saber.

Amanhã quem sabe o sol não reflita raios amarelos.

Aí não precisaremos de kriptonita para matar os super-homens…

E nem quebrar as luzes para ver quem brilha no escuro de si mesmo.

Os jovens não ligam.

Os velhos desprezam.

E o mundo segue cantando sua canção destrutiva.

Algumas cabeças não aceitam essas vozes.

Alguns dedos e teclados refutam esta tese.

E outros lutam para que todo mundo seja igual.

Como em uma bela e cinzenta máquina enferrujada internamente

*produzido ao som de “Count to six and die” e “Lamb of God” de Marilyn Manson.

Por que o Big Brother é um fracasso da produção




O clube dos chatos...

O clube dos chatos…

Programas no estilo Show de Realidades são palcos para confrontos assistidos. Quem se predispõe a sentar na sala e acompanhar a um Big Brother da vida espera egos inflados, debates acirrados, piadas, conflitos de comportamento, dor, choro, sorrisos, sacanagem… Enfim, tudo aquilo que todo mundo sente e vive normalmente.


Um programa dessa natureza, ao contrário do que dizem os críticos palpiteiros, pode sim servir para o aprendizado. Por motivos óbvios demais eu me recuso a explicar como um programa que confina pessoas sob o mesmo teto para testar sua resistência emocional e física pode cumprir uma, como diriam os ativistas, função social.


Mesmo assim, o Big Brother 9 se mostra uma tolice, perda de tempo e profunda idiotice. Tomemos com exemplo o caso da advogada Mirla. Nas vinhetas que anteciparam o programa ela aparecia dizendo “falo o que penso e falo na cara mesmo” e “serei amada ou serei odiada”… Nem bem o programa esquentou e ela conversou com a produção do programa sobre a possibilidade de sair da casa ou pedir ao público para que a eliminasse.


Na conversa ela fez menção a coisas patetices como os “olhares” que recebe na casa. Por que são patetices? Oras, como uma pessoa que concorre a R$ 1 milhão co outros integrantes na mesma casa se fragiliza com olhares de seus concorrentes? Simples, pura frescura…


O problema reside no fato da produção do Big Brother querer encher a casa de panacas de classe média com o mesmo conteúdo, diferenciados apenas pelas regiões onde moram. Logo, o marasmo é um resultado esperado.


A concepção do programa deveria ser a de conflito, não a de desfile de corpos. Corpos você vê em todo canal a toda hora. De gostosas e gostosos a TV está cheia. Contudo, de confrontos ela é carente.


Um programa com classes sociais e culturas conflituosas seria bom. Três ou quatro malignos lá dentro serviria como tempero. Mulher burra é essencial, mas se colocar demais estraga. Pessoas metidas a intelectuais dariam um toque de arrogância chula (quem não se lembra do psicólogo?). O tipinho humilde “me ajude porque sou pobre” também ajudaria. Uma pessoa estremamente fina e educada então, nem se fala. Até um ativista político de extrema esquerda seria bom, eles são especialistas em arrumar confusão.


Depois disso tudo, fica fácil perceber por que as melhores tiradas do BBB deixaram de ser as pessoas lá dentro e começaram a se tornar Big Fone, prova do líderm paredão e outros processos que deveriam seer secundários.


 


 

Vencedor de “O Aprendiz 5” é processado junto com Roberto Justus

Surgiu um nome surpreendente no processo de reparação de danos que Milton Neves entrou na sexta-feira na Justiça paulista contra Roberto Justus. Só para relembrar, o motivo da ação remonta à contratação de Neves por Justus para apresentar um programa que seria produzido pelo publicitário. O programa foi cancelado dias antes da estreia. Neves alega que deixou a Record por causa do convite e ficou a ver navios. A causa pode chegar a 70 milhões de reais de indenização, segundo Neves.

E qual é a surpresa?  Milton Neves, na verdade, está processando também um sócio de Justus – um certo Clodoaldo Araújo. Pelo nome ninguém se lembra quem é, mas trata-se do vencedor da quinta edição de O Aprendiz, que Justus apresenta.

Em julho, Clodoaldo ganhou 2 milhões de reais e o direito de virar sócio de Justus em uma de suas empresas.  Parecia uma bela parceria. Mas Justus escolheu justamente a Brainers, que contratou Neves e está sendo processada.  No dia 3 de outubro de 2008, Clodoaldo virou dono de 49% da Brainers (o restante era de Justus). Vinte dias depois, a empresa encerrou suas atividades.

Ou seja, Clodoaldo virou sócio de Justus por três semanas. Pouco tempo, mas o suficiente para virar réu no processo de Milton Neves. Um processo que pode chegar a 70 milhões de reais.

Fonte: Radar On line.

 

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Depois da grande repercussão da notícia, a Rede Record já anunciou a sétima edição do reality:

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Lieberman, a nova vítima da imprensa mundial

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Essa é a imagem que querem passar para você

Israel é um território vítima da imprensa mundial. A cada dia que passa isso fica mais óbvio, mais claro, mais escandaloso.

A bola da vez é o ultraconservador Avigdor Lieberman. Com um currículo que faz inveja a qualquer político do mundo, Lieberman já foi secretário do Sindicato Nacional de Trabalhadores, integrante do Conselho de Diretores da Corporação Econômica de Jerusalém, diretor-geral do governo, ministro de Infraestruturas Nacionais e Ministro de Transportes.

Hoje ele é taxado pela imprensa apenas como um uiltraconservador doidivanas pela imprensa. Já o Hamas, um grupo de terroristas assassinos que tem em mente apenas destruição de Israel, já figurou na imprensa como um simples partido radical.

O que a imprensa esquece-se de dizer é que Lieberman tem como principal proposta para a faixa de Gaza o modelo de Hong Kong: “Prosperidade financeira em um pequeno território”, nas palavras do próprio Lieberman. Pois é, é isso mesmo! O bicho-papão ultraconservador sugere que os árabes da Faixa de Gaza desfrutem de um estilo de vida semelhante ao dos moradores de Hong Kong: desenvolvimento econômico, tecnológico e centenas de outras coisas.

Mesmo assim, senhores e senhoras, você não ouvirá ou lerá isso com freqüência. Se tiver sorte, achará esta notícia em algum blog ou outra fonte não oficial. Um grupo de terroristas que sacrifica seu próprio povo não é questionado pela grande imprensa, já um político que deseja a prosperidade é achincalhado pelo simples fato de ser conservador. É a vida…

Você é contra ou a favor de seus direitos? Na Venezuela quase 50% é contra

chaves-polimDias atrás o povo venezuelano foi convocado a participar de um plebiscito em que deveria responder à seguinte questão:

“Você aprova a emenda dos artigos 160, 162, 174, 192 e 230 da Constituição da República, tramitada pela Assembléia Nacional, que amplia os direitos políticos do povo, com o fim de permitir que qualquer cidadão ou cidadã em exercício de um cargo de eleição popular possa ser sujeito à postulação como candidato ou candidata para o mesmo cargo pelo tempo estabelecido constitucionalmente, dependendo sua possível eleição exclusivamente do voto popular?”

O resultado foi este: o “sim” levou 54,36% dos votos (mais de 6 milhões), o que fez com que a emenda constitucional fosse aprovada. Já a proposta do “não”, defendida pela oposição, obteve 45,6 %, o equivalente a 5 milhões de votos. Em um país onde o governo conclama os cidadãos para afirmar ou negar a “ampliação de seus direitos” e a diferença entre sim e não é pequena, alguma coisa anda fora da ordem.

Brasileiros que moram na Suíça temem efeitos da repercussão do caso Paula

MARCELO NINIO
enviado especial da Folha de S.Paulo a Zurique

Um clima de mal-estar cerca os brasileiros que vivem na Suíça. Depois da reviravolta provocada pelos exames da polícia que questionam a versão contada pela pernambucana Paula Oliveira, a sensação geral mistura perplexidade, constrangimento e temor de que a imagem do país fique arranhada.

Poucos lembram a última vez em que uma história envolvendo o Brasil teve tanto destaque. Nos primeiros dias, a cobertura foi modesta. Só ganhou as manchetes pela repercussão no Brasil, que incluiu comentários do presidente Lula.

Para Irene Zwetsch, porta-voz do Conselho Brasileiro na Suíça, seja qual for o desfecho, o caso Paula “ficará marcado” por muitos anos. Ela diz ter recebido reações “de A a Z”, desde as de constrangimento até as de desconfiança em relação às conclusões da polícia.

Para ela, que mora há 11 anos em Berna com o marido e os dois filhos, o destaque e o julgamento precipitado da imprensa no Brasil sobre o caso refletem diferenças culturais e de temperamento. “A imprensa no Brasil é impulsiva, emotiva”, diz Irene, que trabalha como tradutora. “Na Suíça eles são mais cautelosos, até por medo de processos”.

A imprensa suíça tem se referido à brasileira como Paula O., e distorcido o seu rosto nas fotos que publica. Com a mudança no curso das investigações, a mídia e o governo brasileiros viraram alvo de duras críticas.
“Como a imprensa brasileira tirou conclusões antes de saber o outro lado?”, questionou à Folha o repórter Thomas Möckli, do jornal “Der Lanbote”. “A credibilidade dela ficou abalada com o exame da polícia, e a da imprensa brasileira também”.

Agora, muitos brasileiros que vivem na Suíça temem sofrer as consequências. “Claro que há racismo aqui”, diz uma cearense que, com o namorado, comprava flores no aeroporto de Zurique. Em situação ilegal, não divulgaram o nome. “Isso só vai piorar o preconceito”.

Nilce Cunha, do Centro Brasileiro de Ação Cultural (Cebrac), em Zurique, conta que, após o choque inicial e a solidariedade dos brasileiros a Paula, todos estão confusos. “O momento é de dúvida”, diz ela, que conheceu Paula do Cebrac, e a descreve como “uma pessoa normal”. “Podia ser sua irmã, ou sua vizinha”.

Não há dados oficiais sobre o total de brasileiros na Suíça. A embaixada calcula em 60 mil, dois terços em situação ilegal.

 

Quem se lembra de Cara Marie Burke?

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Cara Marie teve seu corpo retalhado por um brasileiro dentro do Brasil. Xenofobia?

Parte do corpo dessa jovem foi encontrada meses atrás dentro de uma mala, em Goiânia. A mala estava perto da BR-153, às margens de um rio, na periferia na cidade. Apenas o tronco da vítima estava na bagagem. Cara Marie Burke foi decapitada e estava sem os braços e as pernas. Depois de esquartejar a menina, Mohammed D’Ali Carvalhos dos Santos a esquartejou e bateu fotos pelo telefone celular.

Na época, Mohammed confessou que retalhou o corpo da jovem com poucos cortes. Jornais britânicos apelidaram o assassino de açougueiro e foram chamados de sensacionalistas pela imprensa brasileira.

Ah, quase eu esqueço o que quase ninguém se lembra: Cara Marie era inglesa e foi morta no Brasil pelo brasileiro Mohammed D’Ali Carvalhos.

Hoje o nosso Itamaraty faz escândalo por conta do acontecido com a brasileira Paula Oliveira dias atrás na Suiça.  Ela afirmou à polícia que havia sido atacada na periferia de Zurique por três skinheads e a agressão teria provocado um aborto. Logo após o acontecido, a polícia apresentou um laudo médico concluindo que Paula não estava grávida e alertando que privilegiaria a suspeita de automutilação. As feridas da brasileira eram quase que simétricas. Nada que lembre algo feito de forma violenta e forçada.

O problema é que entre o laudo da polícia e o “ataque” sofrido pela brasileira foi interposto por dezenas de declarações duras feitas contra a Suiça. Exigiram explicações e fizeram alardes… “Como podem fazer isso com uma brasileira, isso é xenofobia e não vamos aceitar”, diziam. Depois dos aludos emudeceram…

Agora, o Itamaraty tenta retirar Paula da Suiça para evitar que ela seja indiciada caso as investigações descubram o que já se torna óbvio.

Essa é a diplomacia brasileira. Aponta o dedo para suposições e engrossa a voz, mas fica sem fala quando o assunto são casos como os de Cara Marie.

 

Das coisas que você insiste em lembrar

a_ken_watanabe_sunset_in_memories_of_tomorrow___yoshikazu_kato-roarAlgumas pessoas dizem que ser intimista em lugares públicos é constrangedor. Quem sabe informar se uma tela de computador é um lugar público?

Ah, você nem deve se lembrar da última vez que se sentiu em público. Se lembra da última vez que se sentiu público?

Algumas coisas invadem nossas mentes algumas vezes, e te privam de todo o resto. Como você se lembra delas com freqüência, sabe a tarefa hercúlea que é sentir-se público.

Dezenas de pessoas ao seu redor, apenas um pensamento na cabeça. A vida delas se transforma em uma brisa, porque o furacão está confundindo tudo dentro da sua cabeça.

Como maldita conexão virtual que não te deixa raciocinar. Além do contrato de fidelidade de um ano.

Coloque uma maçã em cima da mesa e pense nela como se fosse um ponto no vácuo branco. Feche os olhos, imagine o som de um piano bem leve. Agora você me diz de quem se lembrou… Agora você me diz o que sente… Agora você pode sorrir e saber que eu estou dizendo a verdade desde o começo…

Lula sabe o que faz e o que diz…

Na Folha: Encarte publicado na última edição da revista americana “Foreign Affairs” com elogios ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) custou R$ 303 mil para dois órgãos. O BNDES investiu R$ 180 mil na edição e a Embratur, R$ 123 mil. O governo nega que tenha orientado os órgãos a patrocinarem o anúncio, que cita em um dos textos a candidatura de Dilma às eleições presidenciais de 2010.
A Petrobras também anunciou no encarte, mas a empresa se recusou a informar o valor pago. A propaganda da Petrobras ocupa uma página do anúncio, nos mesmos moldes da publicada pelo BNDES. As três empresas admitiram à Folha que decidiram anunciar na revista depois que foram procuradas pela publicação e não porque estavam em busca de veículos para divulgar suas marcas.
A revista informou que trabalha em parceria com a empresa Strategicmedia que elaborou o encarte e não divulgou o valor recebido. Disse apenas que o trabalho foi feito como nos demais países, quando se busca parceiros para bancar a publicação.

lula-mt-pacBlog do Linhares: No ano 2000 Lula foi a Imperatriz (MA) afirmar que Roseana tinha altos índices de popularidade em seu governo. Segundo ele, era porque “a Globo é do pai dela, o SBT é do Lobão, a Bandeirantes é de num sei de quem. É por isso que essa aparece na pesquisa” (veja o vídeo aqui).

Hoje, Lula é aliado de Sarney e coloca estatais para “essa gente aparecer na pesquisa”.

Dancem macaquinhos, dancem

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